Necessitamos urgentemente de pequenas esperanças, de acreditar em Jesus Cristo, no Silvio Santos e que o Stallone e Schawzenegger vaum salvar o mundo. Precisamos acordar e olhar pro despertador e sentir q não fomos abduzidos por nenhum E.T e q sim, estamos vivos. Precisamos acreditar q um dia vamus ganhar na mega-sena, que vamus ganhar um carro só mandando um torpedo e que sim um dia vamus pra Europa. Isso meus queridos q nos lembra porquê estamos vivos.
Precisamos dessas pequinesas porque nao eh soh dinheiro q nos motiva tirar o corpo da cama. A gente precisa acreditar, ainda que td isso esteja invisível aos olhos ou tão distante quanto a Nicarágua. É uma mera expectativa de direito. Mas já é alguma coisa. A gente precisa acreditar em algo, q Elvis não Morreu, q 2 + 2 são 4 e que td q sobe desce. A gente precisa ter um mini manual de sobrevivência, nem q seja o nosso, inventado, de experiências ou de medos. Próprios ou alheios.
Eu acredito em Deus. Acredito q td q vai, volta. Acredito q o inferno é na Terra. Nunca vi um ET, mas acredito que o universo é gde demais pra existir só a gente. Acredito no sorriso da Monalisa, em algumas lendas urbanas, mas não engulo a história de que o Homem foi à Lua. Mais do que td isso: acredito q ainda dá pra acreditar que para cada nuvem cinza existe um céu azul pra tds.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Eu não quero viver 100 anos
Esses dias faleceu o homem mais velho do mundo. Sempre dizem que é o mais, acredito q exista uma linha sucessória do título entre os velhinhos. Já se tentou descobrir a fórmula da longevidade da vida bem como arrazoar os elementos que permitiram a essas pessoas atravessar um século.
Surpreendo-me q tenham passado por guerras, hajam visto eventos históricos, assistiram a chegada de filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Por outro lado, me assusta o fato de com o passar do tempo transformarem-se expectadores das histórias alheias e sentir o corpo perder pouco a pouco a sua vitalidade assim como suas memórias vão se confundindo na sua linha do tempo.
Eu não quero viver cem anos. Na verdade eu acho que a gente não precisa de tanto tempo assim. Eu sei que reclamamos de não ter tempo de fazer td q precisamos e gostaríamos. Não se pode comparar esse tempo com aquele que se contabiliza a vida.
Sei que se somarmos td as horas teremos anos. O q não desejo eh acumular tantas horas assim. Quero q minha vida caiba em um calendário enxuto que me permita transitar em cada fase sem a necessidade de queimar etapa alguma. Quero seguir a lei da vida: Nascer, Crescer, Reproduzir e Morrer. Pq eterno mesmo, só o Amor.
Surpreendo-me q tenham passado por guerras, hajam visto eventos históricos, assistiram a chegada de filhos, netos, bisnetos e tataranetos. Por outro lado, me assusta o fato de com o passar do tempo transformarem-se expectadores das histórias alheias e sentir o corpo perder pouco a pouco a sua vitalidade assim como suas memórias vão se confundindo na sua linha do tempo.
Eu não quero viver cem anos. Na verdade eu acho que a gente não precisa de tanto tempo assim. Eu sei que reclamamos de não ter tempo de fazer td q precisamos e gostaríamos. Não se pode comparar esse tempo com aquele que se contabiliza a vida.
Sei que se somarmos td as horas teremos anos. O q não desejo eh acumular tantas horas assim. Quero q minha vida caiba em um calendário enxuto que me permita transitar em cada fase sem a necessidade de queimar etapa alguma. Quero seguir a lei da vida: Nascer, Crescer, Reproduzir e Morrer. Pq eterno mesmo, só o Amor.
sábado, 20 de junho de 2009
O Brasil tem a imprensa que merece
Eu evito, eu juro q evito escrever sobre temas muy polêmicos como Acidente do avião Air France, Caso da menina Isabela, Roubalheira no Senado ou qualquer notícia q passa vinte vezes por dia em trocentos canais. Não é falta de opinião. Afinal td mundo tem opinião sobre alguma coisa por pior q seja.
O q me revoltou foi a última decisão do nosso “inteligentíssimo” STF (Supremo Tribunal Federal) em abolir de vez o Diploma de Jornalismo. Foi o meu soco no estômago. O Brasil virou o “Jardim das Delícias”, aquele quadro do pintor Bosch. Aqui pode tudo. É Senador viajando pra td q é lugar com o nosso dinheiro. É imposto de carro que É TEUUUUU, de casa que É TUAAA, sobre salário que É TEUUU e além de outras cositas más.
A minha história com o Jornalismo é um amor platônico. Foi uma mega luta para meus pais aceitarem minha opção acadêmica. Agora é aquela risadinha do tipo: “Ta vendo??? É só tirar o registro q pronto!”. Obrigada, de coração, Senhores Magistrados do Supremo. Eu q passei 4 anos com a bundinha colada na carteira, cumprindo minhas horas curriculares e extracurriculares além de me dedicar com mto afinco e é claro pagar para ter o meu tão sonhado diploma, agora vejo os senhores comparar o nosso curso com um cursinho técnico de moda ou culinária.
E falando em comida, eu não engulo a fundamentação de Vossas Excelências. Nem me venha repetir a historinha de que é uma garantia constitucional exercer a livre expressão de comunicação, bem como é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, que é livre a manifestação de pensamento e outros incisos do art. 5º. Não. Nem venham me dizer que para ser um bom cozinheiro não é preciso ter feito faculdade de Gastronomia ou então para ser estilista não é pré-requisito ter Faculdade de Moda.
Sei e respeito as opiniões dos colegas que acham q foi pro nosso bem, quem é bom vai sobreviver e q aumentará a responsabilidade. Eu não me conformo. As emissoras de tevê riem à custa das nossas misérias porque é compensador ter uma Ana Hickman tomando o lugar de um profissional da Comunicação com a devida habilitação já que o salário não é o q vai engordar o cofre dela, mas as propagandas e marcas de cosméticos. Só pq o seu rostinho está ali, estampado tds as manhãs, enquanto mtos correm atrás de uma redação que os aceitem.
E é isso, mais um capítulo tosco da nossa Justiça Brasileira. Afinal, acho q a moda deveria pegar nos outros cursos Tb. Preferencialmente no curso de Direito. Já que não se faz necessário ter um diploma pra tomar uma decisão tosca como esta. E obrigada eminente Ministro Marco Aurélio Melo pela sensatez em nos defender.
O q me revoltou foi a última decisão do nosso “inteligentíssimo” STF (Supremo Tribunal Federal) em abolir de vez o Diploma de Jornalismo. Foi o meu soco no estômago. O Brasil virou o “Jardim das Delícias”, aquele quadro do pintor Bosch. Aqui pode tudo. É Senador viajando pra td q é lugar com o nosso dinheiro. É imposto de carro que É TEUUUUU, de casa que É TUAAA, sobre salário que É TEUUU e além de outras cositas más.
A minha história com o Jornalismo é um amor platônico. Foi uma mega luta para meus pais aceitarem minha opção acadêmica. Agora é aquela risadinha do tipo: “Ta vendo??? É só tirar o registro q pronto!”. Obrigada, de coração, Senhores Magistrados do Supremo. Eu q passei 4 anos com a bundinha colada na carteira, cumprindo minhas horas curriculares e extracurriculares além de me dedicar com mto afinco e é claro pagar para ter o meu tão sonhado diploma, agora vejo os senhores comparar o nosso curso com um cursinho técnico de moda ou culinária.
E falando em comida, eu não engulo a fundamentação de Vossas Excelências. Nem me venha repetir a historinha de que é uma garantia constitucional exercer a livre expressão de comunicação, bem como é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, que é livre a manifestação de pensamento e outros incisos do art. 5º. Não. Nem venham me dizer que para ser um bom cozinheiro não é preciso ter feito faculdade de Gastronomia ou então para ser estilista não é pré-requisito ter Faculdade de Moda.
Sei e respeito as opiniões dos colegas que acham q foi pro nosso bem, quem é bom vai sobreviver e q aumentará a responsabilidade. Eu não me conformo. As emissoras de tevê riem à custa das nossas misérias porque é compensador ter uma Ana Hickman tomando o lugar de um profissional da Comunicação com a devida habilitação já que o salário não é o q vai engordar o cofre dela, mas as propagandas e marcas de cosméticos. Só pq o seu rostinho está ali, estampado tds as manhãs, enquanto mtos correm atrás de uma redação que os aceitem.
E é isso, mais um capítulo tosco da nossa Justiça Brasileira. Afinal, acho q a moda deveria pegar nos outros cursos Tb. Preferencialmente no curso de Direito. Já que não se faz necessário ter um diploma pra tomar uma decisão tosca como esta. E obrigada eminente Ministro Marco Aurélio Melo pela sensatez em nos defender.
Para aqueles que discordam, acessem:
http://www.tutube.com.br/diplomasim/
http://www.tutube.com.br/diplomasim/
quinta-feira, 11 de junho de 2009
A Mulher Trem Bala
Delícia é ler algo bom de cara. Pegar um livro e ver naquelas páginas quem está lá é vc e não a personagem. Senti isso qdo li pela primeira vez os textos de Martha Medeiros. Gaúcha, Publicitária e escritora. Não conheço mto sua biografia, mas Martha me conhece mto bem. Fomos apresentadas por minha amiga Letícia (gaúcha tb por sinal).
A senhora Medeiros escreve como alguém q te falasse ali, sentada ao teu lado, q a vida é muito mais do q esses nós cegos dados em algum barbante que caiu de paraquedas no teu colo. Essa gaúcha já me salvou mtas vezes de dúvidas q me apareceram. "Insalubre é não amar", uma vez disse em suas crônicas e eu poderia transcrever tantas passagens, tantos textos inteiros que vcs me enxergariam mto mais nas palavras dela do q nas minhas fotografias.
Martha Medeiros, sim, está viva e escreve periodicamente no jornal "Zero Hora" e no blog do http://www.clicrbs.com.br/. Relutei um tempo em não descobrir como ela era fisicamente. O leitor cria uma representação muy forte e tem medo de se decepcionar com o ídolo. Para minha surpresa, Martha é nova, bonita e sempre tem o q falar acerca de qualquer assunto.
Obrigada por tds as suas crônicas, suas palavras, seus conselhos, mesmo sem saber quem eu sou. Mesmo sem morar no seu Sul.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Digite a Senha
Na vida tecnológica um ser humano sem senha não é ninguém. Sim, falo daqueles números mágicos que vc usa no cx eletrônico, para bater teu ponto no trabalho ou acessar seu e-mail. Não importa se é número ou letra, tds nós temos o nosso código da Vinci.
No princípio eram poucas. Correio eletrônico e cartão de débito. Depois vieram os telebancos, MSN, Orkut. Para os mais nerds, blog, fotoblog e outras redes sociais. Minha vida piorou com as senhas alfanuméricas. Acho inconcebível combinar letras e números. Assim como banana não se mistura com comida (não para mim). Letra não se ampara em número. Imagina se falássemos "di47git9al". Sem condições. No way.
Não nos bastam as senhas q necessitamos decorar. Precisamos conhecer tb os sinais do corpo e o peso do ambiente que adentramos. Temos q saber que o olhar do seu namorado é do tipo "peloamordedeusvamosembora" é a senha de acesso para que vc diga: "- Ok, realmente temos que ir embora".
Gastamos tanto fosfato e dedo que kd dia que passa acredito que no futuro teremos gdes cabeções de tanto q nos entupimos com senhas . Pensei que no ano 2000 usaríamos nossas retinas para acessar dados, que nossa digital substituiria esses cartões e q nossa voz daria comandos básicos como acender a luz ou trancar a casa. Nós ainda não chegamos lá. Há muito trabalho para a nossa massa cinzenta. Ainda bem.
sábado, 9 de maio de 2009
Manhêeee

Como blogeira e jornalista, não dá para sair ilesa do dia das mães. Enfim, temos q escrever algo e reparei q eu nunca havia escrito nada. Tenho certo medo de escrever sobre assuntos muito divinos. E mãe, naturalmente possui essa áurea por pior mãe q seja.
Dizem q mãe é uma só. Eu não acredito. Não menosprezando a minha mãe, de modo algum. (posso ir pro inferno por causa disso), mas eu sempre tive várias mães. Minha irmã foi por muito tempo minha mãe. Ela cuidou de mim assim q eu nasci, me arrumou td bonitinha para o meu primeiro dia de aula (um conjuntinho amarelo, um tênis com cheiro de tutti-frutti, minha pasta dos ursinhos carinhosos e minha lancheira da Liga da Justiça).
A Lourdes que trabalha na minha casa só há 28 anos também é minha mãe. Ela sabe o que gosto de comer. Se vc quiser me conhecer é só questioná-la. A Lourdes entende que eu não acordo mto bem humorada, que não suporto luz e não misturo carboidratos no almoço.
Dia das mães é uma tortura pra mim. Por mais q eu me esforce a presenteá-la nunca consegui. Contrário da minha irmã que acerta cor e tamanho. Eu sempre estive à margem disso. Td era mais fácil qdo a gente era criança. Eu fazia akelas lembranças horrorosas da escola e achava que estava arrasando. No jardim eu fui a única criança que pintou o porta-jóias de coração na cor verde pra dar pra mãe. Foi qdo ela pensou q eu fosse daltônica.
Dizem q mãe é uma só. Eu não acredito. Não menosprezando a minha mãe, de modo algum. (posso ir pro inferno por causa disso), mas eu sempre tive várias mães. Minha irmã foi por muito tempo minha mãe. Ela cuidou de mim assim q eu nasci, me arrumou td bonitinha para o meu primeiro dia de aula (um conjuntinho amarelo, um tênis com cheiro de tutti-frutti, minha pasta dos ursinhos carinhosos e minha lancheira da Liga da Justiça).
A Lourdes que trabalha na minha casa só há 28 anos também é minha mãe. Ela sabe o que gosto de comer. Se vc quiser me conhecer é só questioná-la. A Lourdes entende que eu não acordo mto bem humorada, que não suporto luz e não misturo carboidratos no almoço.
Dia das mães é uma tortura pra mim. Por mais q eu me esforce a presenteá-la nunca consegui. Contrário da minha irmã que acerta cor e tamanho. Eu sempre estive à margem disso. Td era mais fácil qdo a gente era criança. Eu fazia akelas lembranças horrorosas da escola e achava que estava arrasando. No jardim eu fui a única criança que pintou o porta-jóias de coração na cor verde pra dar pra mãe. Foi qdo ela pensou q eu fosse daltônica.
Enfim, hoje o “Dia das Mães” transformou-se em dia de lucro. São celulares a preços ótimos, grandes liquidações e a uma obrigação de compra para provar que o tamanho do amor pela tua mãe é o tanto que tu pode gastar por ela. Amor de Mãe não tem preço, mas o seu pode ser parcelado em três suaves prestações.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Eu não consigo misturar
- Às vezes ser simples é uma benção. Algo mais ou menos assim: tomar suco de laranja, escolher picolé de uva e pedir bolo de chocolate. Sem maiores complicações.
- Eu não suporto gente que inventa moda. Suco de cupuaçu, pizza califórnia (argh!) ou sorvete de pistache. Não entendo e nunca entenderei. Não q eu não goste de experimentar coisas novas. Não é isso, mas parece que na vida já existem combinações pré determinadas.
- Queijo com presunto, leite com Toddy, arroz e feijão. Pra mim, por exemplo, não tem coisa pior do que misturar fruta com comida. Não adianta, não desce, não engulo. Frescura? Talvez, mas não me convença de que tenho q comer banana com arroz e feijão td no mesmo prato. Banana é fruta e arroz com feijão é arroz com feijão, Oras! Cada um na sua pirâmide alimentar!
- Não sei o q tem de difícil por ordem nas coisas. Eu sei, vc aí q me lê tem a sua frescura favorita, mas por favor, nem me fale, tá? Lembro q no 3º Científico (e nem faz tanto tempo assim), um guri da minha sala comia miojo cru no intervalo. Depois do vestibular nunca mais o vi. Por que será?
- Tá ok, não tenho essas preferências esdrúxulas, não misturo nada. Talvez minha maior ousadia tenha sido misturar coca cola com sorvete. E olhe lá. Mas quem sabe, um dia, eu seja punida pelos Deuses da Gula e numa gravidez me dê vontade de absurda de comer pepino com leite de coco. Daí eu volto e conto pra vcs que gosto tem.
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